PSICOLOGIA & VOCÊ – 22 de janeiro de 2016

Escutar é difícil.

Se tentarmos ouvir alguém até o final, sem interromper, podemos nos surpreender.

Pois, muitas vezes, já tecemos nosso julgamento e interpelamos a pessoa com nossas argumentações e críticas, até sem perceber.

Este processo de comunicação fica truncado e não justo quando não permitimos nem facilitamos a expressão do outro por completo.

E, para que isto tudo possa acontecer, é necessário, além dos ouvidos, abrir a mente, os olhos e , principalmente, o coração.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 20 de janeiro de 2016

Fazer algo com INTENÇÃO altera os resultados!

Sim, quando nossa atitude é dirigida voluntariamente a uma causa que desejamos muito atingir, a energia que se consegue mobilizar para o sucesso desta causa é muito maior e mais eficaz.

É a idéia de ter “foco” e concentrar toda a força de vontade e atenção numa única direção com o objetivo de realizar e conseguir algo (que deve ser muito importante para você, se não…não funciona…).

Ter intenção está relacionado a ter clareza e consciência do que almeja atingir e conhecer os passos necessários para alcançar.

Mas, também significa estar disposto e ciente dos sacrifícios necessários e toda a dedicação de trabalho e tempo necessários para se atingir o resultado esperado.

Sabe-se que conseguir obter essa clareza de intenção é um dos grandes segredos que impulsiona ao sucesso e sem isto muito movimento pode ser feito se desperdiçando energia de forma aleatória.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 16 de janeiro de 2016

Como seres humanos, não podemos esquecer que fazemos parte da Natureza.

E são nossos instintos que nos ligam aos ciclos e ritmos da Natureza. Através dos instintos podemos perceber do que nossa vida necessita, do ponto de vista orgânico: fome, sono, sexo…

Mas, quanto mais “civilizados” estivermos, mais estas percepções podem ficar abafadas e distanciadas de nossa vida consciente.

Portanto, devemos fazer um esforço para não perder este contato com as pistas que nossos instintos sempre nos enviam.

Procurando observar e estar perto da Natureza, respeitando nosso ritmo pessoal e desenvolvendo uma relação saudável com nosso corpo, com nossos movimentos e também com as pausas.

A Natureza tem sua sabedoria e se perdemos esta conexão com ela, nós “emburrecemos”…

Portanto, é necessário sempre questionar o que chamamos de “civilidade” e desenvolvimento, para não nos afastarmos de nossa verdadeira fonte de vida, lá onde tudo é mais simples e natural.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 13 de janeiro de 2016

Uma vida organizada “por fora” reflete e ajuda a nossa organização “por dentro”.

Os processos de selecionar, setorizar, higienizar, arquivar , etc, atuam também no psiquismo, gerando um alívio e uma economia de energia vital.

A pessoa se poupa porque se localiza melhor em relação às próprias coisas, reduzindo os níveis de stress, e de ansiedade.

O acúmulo de pendências e tarefas inacabadas gera um enorme incômodo interno que pode ficar invisível aos olhos, mas perturbando no nível inconsciente, por serem temas não resolvidos.

Assim como o físico, nossos planos mental e emocional necessitam de higiene e saneamento, também.

Isso se faz olhando com discernimento para as idéias e sentimentos, para procurar compreender o que está acumulado ou se agitando dentro de nós.

Momentos de silêncio, e introspecção, uma boa caminhada, entrar num templo vazio, contemplar a natureza, fechar os olhos algumas vezes, podem conduzir a atenção para nosso interior e arrumar a “casa” interna.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 08 de janeiro de 2016

Nosso psiquismo necessita da idéia de recomeçar.

Depois de um longo ciclo de esforços, depois de um fracasso, depois de uma fase de desânimo ou mesmo depois do sucesso de um objetivo atingido.

A idéia do recomeço injeta novo ânimo e motivação, gerando uma energia típica de tudo que é novo, que é broto, que nasce.

Podemos nos servir dela nesse princípio de ano, pois será um motor para os planos e metas almejados.

Porém, devemos vigiar esta força do novo, pois ela logo pode se esvair…

Então, o verdadeiro desafio, é conseguir gerar uma energia constante e de caráter duradouro, que sirva para assegurar e fixar os planos já colocados em ação.

São dois conceitos diferentes: um de gerar energia para iniciar algo novo; o outro, de conseguir manter este tônus de energia vital para manter e conseguir concluir o processo.

Resumindo, não adianta nada ter iniciativa, se você não conseguir ter “acabativa”…rsss!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 22 de dezembro de 2015

As promessas e votos que fazemos no final de Ano, podem cumprir um efeito muito positivo em nossa disposição emocional.

É preciso sentir que algo se encerra para um ciclo novo poder recomeçar.

Então, nosso inconsciente se sente estimulado e impulsionado por novo ânimo e recarrega nossas baterias para darmos início a novos projetos com motivação e interesse.

É muito saudável eleger alguns propósitos e metas nessa fase de encerramento de Ano, e buscar para si objetivos tangíveis, mas que dependam realmente de um grande esforço pessoal.

Porque,nesta época, podemos nos impulsionar com mais força de vontade a realizar os sacrifícios necessários para atingir o que almejamos.

Este processo não é mágico. Ele se alimenta de forças do inconsciente e também de um ego forte e maduro que sabe muito bem o que quer e está disposto a trabalhar por isto.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 18 de dezembro de 2015

Só conseguimos alívio da ansiedade quando elaboramos e resolvemos, uma questão que nos incomoda, até o fim.

Assim, o final de ano é também um momento propício para resoluções daquelas pendências que arrastamos e que precisam acabar.

Aproveitar esta época para criar novos planos futuros é ótimo!

Mas, antes, é necessário fechar o que deixamos “em aberto”.

Pequenos fechamentos podem deixar uma grande sobra de energia vital para realizarmos as novas metas que pretendemos.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 12 de dezembro de 2015

Um dos melhores exercícios que devemos praticar é o de trocarmos de lugar, de papel, com o outro.

O alvo de nosso julgamento e nossas críticas, ainda que justas, tem em si uma história de vida e um repertório completamente diferente do seu.

E, se vestirmos os sapatos do outro…podemos dar grandes tropeços também.

Na verdade, sempre que apontamos o dedo para alguém, é porque algum conteúdo nosso mesmo foi tocado e acionado e isso nos causa “afeto”    ( ira, inveja, pena, soberba, rancor, melancolia…).

Então, antes de avançarmos com nossos julgamentos, é benéfico olhar pra dentro e conferir o que está sendo mexido no meu campo de valores, sentimentos e referências.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 09 de dezembro de 2015

Somos diretamente responsáveis por tudo que acontece em nossas vidas.

É uma verdade bem radical e muitos resistem a concordar…

Porém, isto significa que desde sempre e o tempo todo estamos construindo nossa história a partir de cada escolha feita e também de cada omissão.

Estamos tecendo uma teia e articulando nosso próprio destino com base em nossos pensamentos, crenças, valores e escolhas.

A responsabilidade/consequência, então, no fundo é nossa!

Mas, quando nos vitimizamos, tendemos a “projetar” e transferir a culpa de nossos desacertos para alguém…

Claro, algumas vezes, somos vítimas de circunstâncias aparentemente muito maiores do que nós…

Contudo, se escolher um papel ativo e responsável, certamente será muito mais rápido e fácil planejar e transformar seu próprio destino. 

PSICOLOGIA & VOCÊ – 05 de dezembro de 2015

Um certo nível de introspecção e silêncio interior é benéfico e necessário, quando queremos aprofundar o auto-conhecimento.

Nossas atividades e rotina atribuladas nos obrigam a executar tarefas “para fora”, para o mundo.

Porém, todos precisamos de momentos de pausa e algum repouso no ritmo para atingirmos um olhar atento e profundo para dentro de nós.

Há quem fuja dessa idéia, talvez por medo do que se possa ver e ouvir no próprio íntimo…

Mas esta tarefa é imprescindível para nossa evolução pessoal, para conseguirmos progredir naquilo que almejamos ser.

Os fantasmas que nos habitam deixam de ser assustadores quando os conhecemos e fazemos contato com eles.

Mudam de dimensão se formos atentos e corajosos e ouvirmos o que querem nos dizer.

Eh…Papo de psicóloga…mas a idéia fundamental é pararmos de olhar tanto para a vida dos outros e termos coragem de

olhar para a nossa própria!

E daí, observamos com muito critério e honestidade nossas “sombras” e nossa luz.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 02 de dezembro de 2015

Comece com pequenas mudanças, para conseguir algo grande.

Reveja seus hábitos e sua rotina e procure eliminar , pelo menos, uma ou duas coisas “nocivas” …

Coloque-se limites e também coloque limites às pessoas que precisam…

Mude sua rota, faça um novo caminho para chegar ao lugar de costume…ou mude de lugar.

Troque a cor da roupa, o estilo do penteado, as toalhas, mude os lençóis, varie o perfume, o desodorante…

Surpreenda (acrescente!) sua consciência com novos “inputs”!

Procure, por algum tempo, evitar a palavra NÃO…substitua por outro termo qualquer..

Faça a experiência!

Vc perceberá como pequenas mudanças podem gerar vitalidade e renovar sua disposição interna.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 28 de novembro de 2015

As pessoas trocam energia psíquica (emocional e intelectual) o tempo todo.

Podemos influenciar uns aos outros de maneira consciente ou inconsciente.

Vale observar que tipo de “energia” certas pessoas mobilizam dentro de nós.

Muitas vezes, saímos inspirados e revigorados, mais leves, suaves e alegres. Uma sensação de bem-estar.

Porém, outras pessoas podem nos deixar sentimentos opostos, de pesar, angústia, culpa, raiva , irritação…

Nosso papel é procurar identificar quais sentimentos são genuinamente nossos, e quais não nos pertencem…entraram ali por influência emocional de outra pessoa.

Isso se chama “contágio psíquico”. E é fundamental esta separação para nosso equilíbrio emocional, para não sairmos vivendo os conflitos ou mesmo os méritos e sucessos, que não são autenticamente nossos.

Podemos e devemos compartilhar emoções e agregar afetos ao nosso próprio repertório emocional. Mas, misturar e confundir o que é nosso com o dos outros é comum, e uma tremenda cilada…

PSICOLOGIA & VOCÊ – 26 de novembro de 2015

Assuntos não resolvidos ficam permanentemente consumindo nossa energia psíquica.

É preciso “fechar” o que está “em aberto” dentro de nós.

As questões pendentes, as indecisões e inseguranças que não permitem resolvermos alguns assuntos, são a grande fonte de ansiedade e dinamizam nossas tensões…

O corpo e a psique padecem enquanto não solucionamos algo.

Isso só pode ser resolvido quando nos propomos a refletir, analisar e nos debruçamos sobre nossos problemas.

Fazendo um confronto corajoso e verdadeiro. Buscando solucionar dentro de nós. Cogitando as possíveis saídas e suas consequências.

Negligenciar questões que incomodam é colocar a sujeira debaixo do tapete (deixar no inconsciente) e viver incomodado por inúmeras situações que virão assombrá-lo dali …

PSICOLOGIA & VOCÊ – 23 de novembro de 2015

A visão da Psicossomática afirma que nosso estado emocional afeta diretamente a saúde.

Físico e psíquico estão ligados intimamente e, portanto, os sentimentos e humores impactam em nosso funcionamento fisiológico, gerando ‘somatizações’.

Nossa imunidade se ressente ou se beneficia daquilo que estamos vivendo em termos psicológicos.

Então, para cuidar da saúde, sempre é necessário considerar como estamos emocionalmente. Se os aspectos psíquicos e emocionais forem desconsiderados, muitas vezes isso acarretará o insucesso no tratamento físico…

Corpo e psique não estão nunca separados.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 18 de novembro de 2015

Nossa saúde emocional depende de um intrincado jogo de forças que atuam em nós o tempo todo e produzem sentimentos diversos e , às vezes, conflituosos.

Mas, para resumir bem, podemos começar fazendo contato com nossa “criança” interior, juntamente com nosso aspecto de “velho sábio”.

A criança sempre nos conectará com a vivacidade, criatividade, curiosidade, alegria e impulsos vitais.

Já o velho sábio, que todos temos em imagem interior, nos guiará nos assuntos maduros, nas frustrações, nos compromissos difíceis, dando tolerância, tato, paciência, humildade.

A criança em nós, quer tudo e pra agora.

O velho sabe quando se tem que esperar, sabe fazer sacrifícios por algo que obterá só adiante.

Estas duas imagens, ou figuras interiores, devem estar ativadas em nós, para obtermos o equilíbrio psíquico.

Nos bastar sempre e, quando procurarmos estar com alguém, devemos fazer isso, cientes de que estamos juntos porque amamos, gostamos, queremos e nos sentimos bem, e nunca por achar que precisamos daquela pessoa ao ponto de não conseguirmos viver sem ela, e jamais permitir que a outra pessoa desenvolva tal sentimento por nós.

Devemos viver por nós, sempre buscando o propósito da nossa existência.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 15 de novembro de 2015

Em vez de ficar reclamando, que tal observar tudo de bom que se tem ao redor ?

Colocar o foco no sentimento de Gratidão ajuda a Vida a andar mais leve e feliz !

Conectar-se, sinceramente, em memórias e sentimentos positivos, faz com que se mova dentro de nós uma libido ( energia vital ) construtiva e isso “atrai” situações e pessoas favoráveis.

Afinal, ficar no papel de “vítima”, nunca trará soluções dignas e sustentáveis.

Temos que aprender a produzir nossa própria energia positiva, de dentro para fora.

É questão de postura e atitude diante da Vida!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 12 de novembro de 2015

Quando está atravessando uma fase muito difícil, com muitos problemas, a melhor indicação é procurar dentro de si um ponto de equilíbrio.

Viver um dia de cada vez e fazer planos pequenos e a curto prazo, visando obter resultados que se somarão aos poucos .

E não tentar resolver tudo de uma vez, atropelando fases importantes do processo.

Traçar um plano bem organizado, com etapas e medidas práticas para ajudar a ir “limpando” e saneando a situação, também é importante.

Tolerar as frustrações do momento e obter significado a partir de tudo que estiver vivendo, tornará a fase difícil mais digna e valiosa.

E projetar um futuro, com novas alegrias e surpresas é muito sadio e ajuda a não se afundar.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 05 de novembro de 2015

A jornada da Vida não é feita só de ganhos.

Ninguém nos ensina que perder, passar por revés (como nos jogos) e períodos de ‘azar’ , também fazem parte intrínseca da experiência humana.

Mas, ao adquirirmos esta consciência, podemos lidar com estas fases ruins de uma outra perspectiva.

Passamos, então, a considerar os ganhos de aprendizagem, experiência e maturidade que podem vir a nos agregar.

O saldo, se positivo ou negativo, dependerá muito mais da forma como nos posicionamos interiormente, do tipo de enfrentamento que decidimos fazer e de uma visão mais ampla da Vida, onde o que conta mais é o resultado global do que o sucesso meramente imediato.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 01 de novembro de 2015

A perfeição é um estado ideal.

Às vezes, nos preocupamos tanto em atingí-la que perdemos a parte mais fundamental da história, que é,
exatamente, aproveitar o “processo”.

O durante das coisas, incluindo as imperfeições, os erros e dores de cabeça, isso torna o resultado mais verdadeiro e saboroso!

Talvez, precisemos abdicar um pouco da idéia da perfeição para conseguirmos entrar num estado de maior satisfação e gratidão por nós mesmos e pela Vida que precisamos usufruir.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 22 de outubro de 2015

Comparações são sempre injustas e perigosas.

Ou servem para afirmar o ego de quem tem uma auto-estima rebaixada, ou para nos diminuir e vitimizar frente a alguém ‘supostamente’ melhor que nós.

A única comparação que devemos realmente fazer é conosco mesmos.

Analisar se hoje eu me superei e dei uma resposta frente a um problema, melhor do que eu dava antes, isso sim é válido.

A comparação ‘absoluta’ só pode ser feita em relação a mim mesmo.

As outras, chamamos de ‘relativas’ , pois não me servem realmente como parâmetro, por se referirem aos outros.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 17 de outubro de 2015

Todo dia há uma oportunidade de fazermos as mesmas coisas de uma forma diferente, renovada, melhorada, mais criativa.

Almejar a excelência pode ser um indício de ambição positiva, se o propósito for construtivo.

Ficar na acomodação nos ganhos que já temos traz um sossego gostoso…porém, é inegável a satisfação de sentir que estamos superando a nós mesmos quando nos esforçamos mais e saímos da pacata zona de conforto!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 14 de outubro de 2015

A culpa é um sentimento dos mais nocivos e negativos. Normalmente não ajuda em nada, pois não resolve o ocorrido e suga todas as energias da pessoa para seguir em frente e se refazer.

Portanto, quando erramos, devemos fazer um exame interior de consciência e nos responsabilizarmos com uma mudança de atitude para não mais cometer aquele erro.

E a culpa deve ficar de lado.

O papel de vítima ou de “coitadinho” é muito infantil.

O ego maduro examina, avalia e escolhe novas atitudes, se comprometendo com o que for mais sadio!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 10 de outubro de 2015

Toda vez que algo termina, o sentimento psíquico é de “luto”.

Nestas fases é natural que exista tristeza e introspecção.

É necessário permitir-se sentir e elaborar a perda, para conseguir fechar um ciclo e a vida poder voltar, progressivamente, ao ritmo “normal”.

Respeitando e vivenciando esta fase, certamente , algo de novo há de nascer e resignificar a existência.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 07 de outubro de 2015

Somos compostos psiquicamente por uma porção consciente e outra que é Inconsciente.

E ambas atuam em nós juntas e misturadas, ao mesmo tempo.

Precisamos perder a ilusão de que temos o “controle” da vida, porque por mais que nos esforcemos, este controle será sempre relativo, por causa da atuação do Inconsciente.

Somos como um barco, temos um leme (ego, porção) consciente, e as velas (inconsciente) que andam ao sabor dos ventos …

A nós cabe discernir com sabedoria quando é propício tomar o controle usando o leme, e quando é hora de se deixar levar um pouco pelas velas e pelo vento.

A graça da Vida está neste jogo dinâmico, entre o divertido e o perigoso…

PSICOLOGIA & VOCÊ – 03 de outubro de 2015

Todos temos algum talento.

Aquilo que sempre elogiam, fazemos bem feito e com bom resultado.

Valorizar e utilizar estes talentos é uma ótima forma de elevar sua auto-estima e até desenvolver um hobby interessante.

Aliás, estes atributos tão seus, tão subjetivos, é que vão sempre marcar sua diferença no mundo.

Então, procure encontrar seus dons, vocações e talentos pelos quais você sempre foi valorizado.

E preste atenção se está utilizando/praticando aquilo que flui tão bem de você.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 30 de setembro de 2015

Estamos vivendo nestes tempos modernos características de uma sociedade nova.

E isso se repete em nosso campo emocional também.

O consumismo exagerado, a pressa e falta de tempo para apreciar as relações humanas e o momento presente, aqui e agora, e a descartabilidade de quase tudo, geram comportamentos automáticos ou “coletivos” demais.

A individualidade fica tão perdida, distante e sufocada em meio a todo esse turbilhão de informações, que se faz necessário pausar, silenciar e buscar o reencontro com nossos verdadeiros valores e referências interiores.

Geralmente, a voz que vem de dentro costuma estar certa.

É uma bússola poderosa e pode indicar os melhores caminhos.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 23 de setembro de 2015

Um ditado antigo e sábio afirma: “uma Árvore só consegue crescer bem e dar bons frutos se tiver raízes fortes e profundas”.

Significa que cada Indivíduo só pode ter sua estrutura forte e florescer se conhecer e fizer contato com suas origens, seu passado, seus ancestrais.

Não somos “soltos” neste mundo.

Todos tivemos uma história, com diversas facetas, boas e ruins, que nos constituíram como somos hoje.

E devemos beber desta fonte longínqua de nossos antepassados para reconhecermos dentro de nós, quantos esforços já foram feitos para que estejamos vivendo aqui e agora!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 20 de setembro de 2015

Nossa Consciência é composta por aquilo que já sabemos e conhecemos a nosso respeito e a respeito do mundo.

Quando achamos que já sabemos o bastante, empobrecemos a Consciência.

Por isso, é recomendável sempre fazermos e descobrirmos algo novo. Ou fazermos o mesmo, mas por um caminho diferente.

Toda informação e dado novo abre redes neurológicas mais amplas que se juntam a tudo que damos por já sabido.

Nosso olhar para o Mundo deveria ser como o das crianças, para quem sempre tudo é novidade, exploração e criatividade!

A ‘plasticidade’ do cérebro depende muito dessa postura criativa, inventiva, curiosa e não fechada.

E , na vida adulta, é este o único caminho para a resolução de conflitos e problemas: pensar sob novos ângulos, mudar prioridades, criar, inovar, ousar soluções diferentes das usuais, já tentadas.

Então, fica a proposta: vamos”brincar” mais.

E surpreender (ampliar) sempre a consciência!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 16 de setembro de 2015

Nem tudo o que percebemos nos outros representa a verdade.

Nossas interpretações passam necessariamente por nossos filtros pessoais e, portanto, são sempre tonalizadas e contaminadas pelo que é nosso mundo particular.

Cada um vê um pedaço da realidade a partir do ângulo em que está.

A margem de erro das nossas interpretações sobre a vida e as pessoas é gigante…muito maior do que nosso ego gostaria…

Somente a prática da escuta ( sem julgamento ), da observação , o acúmulo de experiências pessoais e a maturidade emocional podem ajudar nossos olhos a errarem menos sobre o que pensamos enxergar.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 12 de setembro de 2015

Energia gera mais energia.

Às vezes, iniciar um processo é árduo, parece exigir uma força que não temos.

Porém, assim que nos movemos, um ‘motor’ interno dispara e gera um ‘aquecimento’ tal , que impulsiona a atividade quase que naturalmente.

Assim, o indivíduo, às vezes, nem percebe o quanto está empenhando numa determinada tarefa ou fase da vida.

Apenas após a conclusão é que poderá sentir os efeitos físicos e emocionais (residuais) do processo.

Nesta fase é que podemos detectar a estafa, a fadiga e o stress resultantes de longos períodos de energia direcionada a um objetivo.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 09 de setembro de 2015

A primeira regra para o auto-conhecimento é se fazer o esforço para reconhecermos nossas ‘sombras’.

Por definição, aquilo sobre nós mesmos que não enxergamos, negamos, não admitimos porque não nos é claro.

É necessária uma tremenda honestidade moral para realmente admitirmos nossas fraquezas, mesquinhezas, invejas, ganâncias, corrupções…

E todos, em nossa humanidade, possuímos tais fatores ‘sombrios’ e vergonhosos.

E devemos reconhecer essas forças dentro de nós para obtermos algum controle sobre elas.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 05 de setembro de 2015

Para podermos sobreviver desenvolvemos hábitos e criamos uma rotina.

Isso nos poupa energia, pois sugere um funcionamento conhecido, cria uma ‘zona de conforto’, onde eu me repito, reproduzo as mesmas atitudes e tudo dá certo.

Mas, a isso chamamos comportamento de ‘manutenção’.

Para haver transformação, sempre será necessário sair dessa rota já conhecida e mudar algo.

O habitual nos protege, mas também nos limita.

O novo nos assusta, mas carrega as possibilidades de mudança e transformação.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 02 de setembro de 2015

Você já se deu conta da ‘relatividade’ da Vida?

Só podemos desejar o calor depois de passar por um frio rigoroso.

Damos valor à fartura depois da experiência da falta. À presença de uma pessoa querida, depois que partiu…

Aprender a ‘valorar’ (encontrar o devido valor) em cada situação vivenciada é uma questão de desenvolvimento emocional e afetivo.

A célebre frase já diz: ‘onde está o teu tesouro, está o teu coração’!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 29 de agosto de 2015

Bom dia!

Antes de se levantar para iniciar o dia, procure se ‘encaixar’ dentro de si mesmo.

Não pule da cama sem fazer uma ‘grande respiração’ e se espriguiçar gostoso como os gatos.

Mentaliza algo de bom e agradável que encontrará nesse dia e aproveite para destacar apenas 1 objetivo psicológico (emocional) para praticar.

Por exemplo : hoje vou ouvir as pessoas antes de falar; vou sorrir mais; não vou criticar nem julgar ninguém; vou fazer um caminho diferente; usar palavras diferentes; passar de alguma forma uma boa energia para as pessoas; observar mais a natureza , plantas, os animais; observar mais a mim mesmo e minhas reações.

Você pode se surpreender!

PSICOLOGIA & VOCÊ – 26 de agosto de 2015

Na base da pirâmide do bem-estar está nossa saúde física, o aspecto biológico, fisiológico, nossos instintos mais primários e ‘animais’ de sobrevivência.

Portanto, tudo começa pelo corpo físico: dormir bem, alimentar-se bem, movimentar-se para o sistema todo funcionar, e conseguir gerar e direcionar as energias sexuais de forma satisfatória.

Só depois disso tudo atendido, é que se pode direcionar para as atividades mentais, afetivas , sociais e espirituais.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 22 de agosto de 2015

O conceito de Saúde plena pressupõe o equilíbrio dos quatro aspectos da Existência: Bio-Psico-Sócio-Espiritual

Assim, o indivíduo só poderá obter bem-estar preenchendo e vivenciando cada um desses ‘departamentos’ da Vida, sem excluir nenhum deles.

PSICOLOGIA & VOCÊ – 19 de agosto de 2015

O equilibrio emocional é uma síntese de várias condições que funcionam juntas e dinamicamente.

Porém, é a partir de nosso cotidiano e da construção dos hábitos mais simples que podemos atingir e manter este estado.

A auto-observação constante juntamente com a auto-crítica são capazes de nos indicar o caminho para uma vida saudável.